Amanhã destacamos
Inflação

O último dia da semana será marcado pela divulgação da inflação em Tóquio, nas principais economias da Zona Euro, e pela publicação do indicador de preços preferido da Reserva Federal.
Esta noite, no Japão, as atenções começam por ir para a divulgação dos dados da inflação subjacente (sem alimentos frescos) de Tóquio, onde as previsões apontam para uma desaceleração de 2,9% em Julho para 2,5% em Agosto, enquanto a inflação global deverá cair de 2,9% para 2,7%.
Mas teremos bastante mais ainda no Japão. A taxa de desemprego deverá manter-se nos 2,5%. Em Julho, a produção industrial deverá mostrar uma redução de 1,1%, após a redução de 2,1% no mês anterior. As vendas a retalho deverão desacelerar dos 1,9% do mês de Junho, para aumentarem 1,5% em Julho. O índice de confiança do consumidor, segundo as estimativas, deverá subir de 33,7 para 34,2 e finalmente o início de construção de imóveis deverá mostrar uma queda de 9,9%, após a queda de 15,6% no mês anterior de Junho.
Pela manhã, voltam a ser os números da inflação que ficam no centro das atenções.
Em termos mensais, o índice de preços do consumidor na Alemanha deverá manter-se inalterado, desacelerando do aumento de 0,3% em Julho. Em França os preços deverão mostrar, segundo as previsões, um aumento de 0,5%, em Espanha 0,1% e em Itália 0,2%.
Teremos também as segundas estimativas do PIB do segundo trimestre em França e em Itália, que deverão manter os números das leituras preliminares de 0,3% e -0,1%, respectivamente.
Na Alemanha, as vendas a retalho em Julho deverão mostrar uma redução de 0,2%, após o crescimento de 1% no mês anterior, e a taxa de desemprego deverá manter-se nos 6,3%.
Na Suíça, o barómetro económico KOF deverá mostrar uma queda de 101,1 para 97,9.
À tarde, nos Estados Unidos, iremos ter mais dados da inflação, desta vez a medida preferida do Fed, o Core PCE Price Index, do mês de Julho. Em termos mensais, as previsões apontam para 0,3%, em linha com a leitura do mês anterior, com a medida anual a subir de 2,8% para 2,9%. A medida que inclui os alimentos e a energia deverá mostrar um abrandamento mensal de 0,3% para 0,2%, com a medida anual a manter-se nos 2,6%. Os números da despesa pessoal deverão mostrar um aumento de 0,5%, face a 0,3% no mês anterior, e os dos rendimentos deverão mostrar uma aceleração dos 0,3% do mês anterior, para 0,4%.
A balança comercial de bens deverá, segundo as previsões, mostrar um défice de 90,2 mil milhões de dólares, após 84,9 mil milhões no mês anterior.
Teremos também os números preliminares dos inventários grossistas de Julho que, segundo as estimativas, deverá manter um crescimento de 0,1%, em linha com o mês anterior, e ainda o índice Chicago PMI que deverá mostrar uma queda de 47,1 para 46,6.
Teremos ainda a revisão dos números preliminares da Universidade de Michigan da confiança do consumidor e das expectativas de inflação.
No Canadá, os números mensais do PIB de Junho deverão mostrar um crescimento económico de 0,1%, recuperando a contracção do mês anterior de igual valor, enquanto os números preliminares de Julho deverão mostrar um crescimento maior de 0,3%.