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Café da Manhã
Em correcção

Os mercados financeiros estão a começar a semana (e o mês de Fevereiro) a continuar a correcção iniciada no final da semana passada, com acções, metais e petróleo em queda.

EUR/USD
Semanal

O dólar oscilou na semana passada entre perdas e ganhos, marcado pelo “debasement trade” e sinais da Fed. Esta semana, a inflação na Europa, o mercado laboral nos EUA e a geopolítica mantêm os mercados atentos.

Amanhã destacamos
ISM Manufactureiro

No primeiro dia da semana as atenções recaem sobre os indicadores de actividade manufactureira, em especial o do ISM nos Estados Unidos da América.

A semana que começa
Bancos centrais, emprego e resultados

Na primeira semana de Fevereiro as atenções irão estar especialmente dirigidas para a reunião de política monetária do BCE, para os dados do emprego nos Estados Unidos e para mais resultados empresariais de grandes tecnológicas

Semana Revista
Uma semana atribulada

Tensões geopolíticas e domésticas nos Estados Unidos, fortes oscilações nos mercados de commodities e cambiais, numa semana de reunião da Reserva Federal dos Estados Unidos que ficou a saber o seu próximo presidente.

Café da Manhã
Em queda livre!

O ouro e a prata que têm vindo a registar ganhos estratosféricos durante este primeiro mês do ano, estão a começar o último dia do mês em fortes quedas.

Amanhã destacamos
Inflação e PIB

A semana termina com os mercados atentos aos dados da inflação desde o Japão à Europa e ainda aos números preliminares do PIB na Zona Euro.

Café da Manhã
Metais em alta

Os mercados estão a levar os metais a negociarem em fortes ganhos, enquanto procuram activos tangíveis entre incerteza geopolítica e um dólar mais fraco.

Amanhã destacamos
Balança comercial

Nesta quinta-feira o destaque vai para os números da balança comercial em vários pontos do globo, começando na Nova Zelândia até aos Estados Unidos.

Café da Manhã
O dólar

O dólar atinge mínimos dos últimos quatro anos, após Donald Trump ter afirmado não estar preocupado com a desvalorização da moeda norte-americana, afirmando que o dólar “segue muito bem”