A semana que começa
Petróleo, inflação e geopolítica continuam no radar dos mercados, enquanto Trump e Xi Jinping se reúnem nos Estados Unidos, sem esquecer mais reuniões de bancos centrais e PMIs na agenda económica.Semana Revista
Petróleo acima dos 100 dólares, a Fed a subir juros pela primeira vez desde 2023 e o BoJ a apertar a política monetária. Semana intensa nos mercados globais que contou ainda com preocupações em torno da IACafé da Manhã
As bolsas recuperam das perdas recentes, apoiadas pela descida do petróleo e das yields. O dólar mantém-se forte após a subida de juros da Fed, enquanto o iene perde terreno após a decisão do BoJ.Amanhã destacamos
A semana termina com mais uma decisão de taxas de juro, desta vez no Japão, onde os mercados não esperam outro resultado da reunião de politica monetária que não seja a de uma nova subida de jurosCafé da Manhã
A Fed subiu os juros pela primeira vez desde 2023 e sinalizou mais aperto monetário. O dólar dispara, as bolsas recuam e o petróleo corrige com sinais de normalização da oferta no Médio Oriente.Amanhã destacamos
As decisões dos bancos centrais continuam e após a Reserva Federal dos Estados Unidos, chega a vez nesta quinta-feira do banco central no Reino Unido reunir sobre política monetáriaCafé da Manhã
A decisão da Fed domina os mercados, com mais de 90% de probabilidade de uma subida de 25 pb. Petróleo e yields elevados mantêm a pressão sobre as bolsas, enquanto o dólar aguarda por sinais da política monetária.Amanhã destacamos
Um dia com a agenda económica bastante mais bem preenchida do que os primeiros dias desta semana, mas onde o destaque não poderia deixar de ir para a reunião de política monetária da Reserva Federal dos Estados UnidosCafé da Manhã
A subida dos juros nos EUA, com a yield a 10 anos acima de 5%, junta-se à pressão sobre as tecnológicas e à valorização do petróleo, mantendo os mercados sob pressão e suportando o dólar.Amanhã destacamos
Nesta terça-feira, as atenções irão estar especialmente voltadas para os números do comércio internacional da Zona Euro e ainda para os dados da confiança económica, com a divulgação do índice alemão ZEW© 4xSIMPLE 2026