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Café da Manhã
Alterações de humor

Os mercados financeiros registaram uma viragem assinalável de um início de semana em forte aversão ao risco, para terminarem o primeiro dia da semana a recuperar, com as acções em ganhos, enquanto o dólar e o petróleo caíam.

Amanhã destacamos
P M I

Esta terça-feira vai ser um dia bem preenchido de indicadores económicos desde a Ásia-Pacífico até aos Estados Unidos, com a divulgação dos dados da actividade económica privada

Café da Manhã
E mais aversão ao risco

Os mercados financeiros iniciam a semana a afastar-se progressivamente dos activos de risco, num contexto em que o conflito no Médio Oriente ameaça ganhar uma dimensão ainda mais alargada.

EUR/USD
Semanal

O EUR/USD recuou do mínimo do ano atingido na semana anterior, após uma inversão nas expectativas dos mercados para as taxas de juro, ajudado por bancos centrais bem mais agressivos do que o esperado

Amanhã destacamos
Confiança do Consumidor

A semana começa com um dia praticamente vazio de indicadores económicos, onde destacamos a divulgação na Zona Euro do índice de confiança do consumidor do Eurostat

A semana que começa
Semana volátil à vista

Uma semana que promete voltar a ser agitada nos mercados financeiros, continuando dominada pelo conflito no Médio Oriente e pelas suas ramificações directas no petróleo e na inflação

Semana Revista
Under Pressure!

Não. Não se trata da conhecida composição dos Queen com David Bowie dos anos 80, mas antes da pressão que o choque energético devido ao conflito no Médio Oriente exerce sobre os mercados e nos bancos centrais.

Café da Manhã
A volatilidade continua

Os mercados financeiros continuam a ter de lidar com uma volatilidade acrescida, enquanto o conflito no Médio Oriente a pressão sobre os preços da energia, apesar dos esforços dos Estados Unidos.

Amanhã destacamos
Balança comercial

O destaque do último dia da semana vai para a divulgação dos números da balança comercial na Europa e na Nova Zelândia.

Café da Manhã
A Fed e o conflito no Médio Oriente

Os mercados financeiros regressam a um regime de aversão ao risco, com a confiança penalizada pela escalada do conflito no Médio Oriente e por sinais de uma Reserva Federal mais prudente.