Amanhã destacamos
China
Os dados da balança comercial chinesa irão estar em destaque logo nas primeiras horas desta quarta-feira.
Esta noite, as atenções estarão na China, com a divulgação dos números da balança comercial de Dezembro, onde as previsões apontam para um crescimento do excedente de 111,7 mil milhões de dólares em Novembro, para 113,5 mil milhões, com as exportações a mostrarem um crescimento de 2,9% e as importações de 0,8%, face a respectivamente 5,9% e 2,9% do mês anterior.
Iremos ter ainda os números dos novos empréstimos em yuans, onde as estimativas apontam para um crescimento dos 390 mil milhões do mês anterior, para 600 mil milhões.
No Japão, os números preliminares de encomendas de maquinaria, segundo as previsões, deverão manter o crescimento de 14,2%.
Na Nova Zelândia teremos os números das licenças de construção de Novembro que deverão mostrar um aumento de 1%, após a redução registada no mês anterior de 0,9%.
À tarde, nos Estados Unidos, iremos ter a divulgação dos dados dos preços à porta das fábricas dos meses de Outubro e Novembro, com as previsões a apontarem para que mantenham um crescimento de 0,3% em termos mensais e a medida anual nos 2,7%.
Teremos também, além do índice de preços no produtor, mais dados atrasados, desta vez das vendas a retalho. Os dados de Novembro deverão mostrar um aumento mensal de 0,4%, após a estabilização mostrada em Outubro, com as previsões a apontarem para que o grupo de controlo mostre uma desaceleração no crescimento das vendas dos 0,8% no mês anterior, para 0,1% em Novembro.
Os números da conta-corrente do terceiro trimestre deverão apresentar um déficite de 240 mil milhões de dólares, abaixo dos 251,3 mil milhões do trimestre anterior; As vendas de casas existentes em Dezembro deverão, segundo as previsões, mostrar uma queda de 1,6%, após o aumento de 0,5% no mês de Novembro; E os inventários empresariais deverão mostrar um crescimento de 0,3%, acelerando dos 0,2% do mês anterior.
Iremos ter ainda a divulgação do Livro Beige da Fed.
Irá ser um dia bastante preenchido de intervenções verbais, onde poderemos ouvir Anna Paulson, Stephen Miran, Raphael Bostic, Neel Kashkari e John Williams da Reserva Federal dos Estados Unidos, e ainda David Ramsden do Banco de Inglaterra.
Na frente empresarial continua a apresentação de resultados dos principais bancos norte-americanos referentes ao ano de 2025, com o Citigroup, Wells Fargo e Bank of America a apresentarem as suas contas.