Amanhã destacamos
China e inflação
A semana começa com as atenções voltadas para a China, onde iremos ter a divulgação de um conjunto alargado de importantes dados económicos mensais, e ainda para dados da inflação na Europa e Canadá
Esta noite, na China, as atenções vão especialmente para os números do PIB do quarto trimestre de 2025, onde as previsões apontam para um crescimento trimestral de 1%, abrandando dos 1,1% do trimestre anterior, onde em termos homólogos deverá mostrar uma subida de 4,5%, bem abaixo dos 4,8% do terceiro trimestre. O ano de 2025 deverá mostrar um crescimento de 5%, em linha com as projecções do governo chinês.
A produção industrial de Dezembro deverá mostrar em termos homólogos um crescimento de 5%, acelerando dos 4,8% do mês anterior, enquanto as vendas a retalho deverão crescer 1,2%, desacelerando dos 1,3% de Novembro.
A taxa de desemprego deverá subir de 5,1% para 5,2%.
Em Dezembro, os investimentos em activos fixos deverão mostrar uma queda de 3% em termos anuais, acelerando dos -2,6% no mês anterior, tal como o investimento estrangeiro directo, que após uma queda de 7,5% em Novembro, deverá mostrar agora uma queda de 6,8%.
O índice de dezembro dos preços dos imóveis deverá mostrar uma queda em termos homólogos de 2,6%, acelerando dos 2,4% no mês de Novembro.
No Japão, iremos ter os dados das encomendas de maquinaria do mês de Novembro, excluindo as dos navios e de centrais energéticas, que deverão mostrar uma queda de 5,2%, após o crescimento de 7% no mês anterior.
Pela manhã, na Zona Euro, a semana começa com os números finais da inflação de Dezembro que deverão confirmar as leituras preliminares de 2% para a inflação total e de 2,3% para a subjacente.
À tarde, no Canadá, o destaque vai para os dados da inflação. Os números deverão mostrar uma queda de 0,4% nos preços de Dezembro, com a inflação a manter-se nos 2,2% e a inflação subjacente a cair de 2,9% para 2,8%. A medida seguida mais de perto pelo Banco do Canadá, a Trimmed-Mean que exclui 40% dos itens mais voláteis, deverá cair de 2,8% para 2,7%.