Amanhã destacamos
Inflação e PIB
A semana termina com os mercados atentos aos dados da inflação desde o Japão à Europa e ainda aos números preliminares do PIB na Zona Euro.
Esta noite, no Japão, as atenções vão principalmente para os números da inflação da área de Tóquio. A inflação total deverá cair de 2% para 1,8%, onde sem alimentos nem energia deverá cair de 2,6% para 2,5%. A inflação subjacente, sem alimentos frescos, a medida observada mais de perto pelo Banco do Japão, deverá mostrar um abrandamento de 2,3% para 2,2%.
Iremos ter a divulgação da taxa de desemprego que deverá manter-se nos 2,6%. Teremos os números preliminares da produção industrial que, segundo as previsões, deverão mostrar uma queda de 0,4%, após a queda de 2,7% no mês anterior, e as vendas a retalho deverão mostrar um crescimento de 0,7% em termos homólogos, abaixo dos 1,1% mostrados na leitura anterior. O início de construção de imóveis deverá mostrar uma nova queda, desta vez de 4,5%, após a queda de 8,5% no mês anterior.
Na Austrália, teremos dados da inflação à porta das fábricas, com o índice de preços no produtor do 4º trimestre, segundo as previsões, a poder mostrar um crescimento de 3,3%, em termos homólogos, desacelerando dos 3,5% do trimestre anterior.
Pela manhã, na Zona Euro, os números do PIB segundo as previsões deverão apresentar um crescimento de 0,3% no 4º trimestre de 2025, em linha com o crescimento do trimestre anterior, onde em termos homólogos deverá mostrar uma queda dos 1,4% para 1,2%. Antes, teremos os dados nacionais, onde as previsões apontam para um crescimento económico trimestral de 0,2% em França e na Alemanha, 0,6% em Espanha e Itália, e onde Portugal deverá apresentar um crescimento de 0,5%.
Iremos ter os primeiros dados da inflação, com as previsões a apontarem para que os números em Espanha mostrem um aumento mensal dos preços de 0,1% e a inflação anual a cair de 2,9% para 2,8%, enquanto na Alemanha, em termos mensais os preços deverão mostrar uma queda de 0,1%, com a inflação anual a subir de 1,8% para 2,2%.
Iremos ter ainda a taxa de desemprego que deverá manter-se nos 6,3%, tal como na Alemanha e onde em Itália deverá subir de 5,7% para 5,8%.
Na Suíça teremos o barómetro económico KOF, que deverá mostrar uma ligeira queda de 103,4 para 103,2.
No Reino Unido, iremos ter a divulgação dos números de aprovação de hipotecas e dos empréstimos a particulares. Os primeiros deverão permanecer nos 65 mil e os segundos, segundo as previsões, deverão cair de 6,6 mil milhões de libras para 6,1 milhões.
À tarde, nos Estados Unidos, iremos ter os números de Dezembro da inflação à porta das fábricas, com as previsões a apontarem para um aumento mensal nos preços de 0,2%, em linha com o mês anterior, onde se excluídos os alimentos e energia, deverão mostrar uma subida de 0,3%, depois da estabilização apresentada em Novembro. Iremos ter ainda o índice Chicago PMI, onde o mercado espera por um ligeiro deslize de 43,5 para 43,3.
No Canadá teremos a divulgação do PIB de Novembro que deverá, segundo as previsões, mostrar um crescimento mensal de 0,1%, após a contracção de 0,3% no mês anterior, e o número preliminar de Dezembro, um crescimento de 0,2%.
Iremos ter os primeiros comentários de membros do FOMC após a reunião desta semana da Reserva Federal, onde poderemos ter a oportunidade de ouvir Alberto Musalem e Michelle Bowman.
Na frente empresarial, gigantes do sector energético como ExxonMobil e Chevron irão apresentar os seus resultados referentes ao 4º trimestre de 2025, assim como a American Express, Verizon e CaixaBank, entre outras.