Amanhã destacamos
Vendas a retalho e emprego

Amanhã destacamos Vendas a retalho e emprego

Nesta terça-feira, as atenções voltam-se de novo para os Estados Unidos, onde iremos ter a divulgação dos números das vendas a retalho, dados semanais do emprego e ainda do custo salarial trimestral

Esta noite, na Austrália, iremos ter o índice de confiança do consumidor Westpac que, segundo as estimativas, deverá mostrar uma queda de 92,9 do mês anterior, para 90, enquanto o índice de confiança empresarial NAB deverá manter-se inalterado.

No Japão, as encomendas de maquinaria em Janeiro deverão mostrar um aumento de 9,5% em termos homólogos, abaixo dos 10,9% mostrados no mês anterior.

Na China, poderemos ter os números relativos aos novos empréstimos em yuans, que, segundo as previsões, deverão mostrar um aumento dos 910 mil milhões de yuans apresentados em Dezembro, para 4.800 mil milhões em Janeiro.

No Reino Unido iremos ter o “BRC Retail Sales Monitor” de Janeiro, que deverá mostrar um aumento nas vendas de 1,2%, acima dos 1% mostrados no mês de Dezembro.

À tarde, nos Estados Unidos, as atenções irão estar especialmente voltadas para os números das vendas a retalho de Dezembro que deverão mostrar, segundo as previsões, um aumento mensal de 0,5%, e se excluídas as vendas automóveis de 0,2%. O grupo de controlo deverá mostrar um crescimento de 0,3%, abaixo dos 0,4% do mês anterior e confirmando a desaceleração global das vendas.
Teremos também o índice de custo laboral relativo ao quarto trimestre de 2025, que deverá mostrar um aumento de 0,8%, em linha com o trimestre anterior, e o ADP divulgará o número semanal da média da criação de emprego das últimas quatro semanas.
Iremos ter ainda os inventários empresariais de Novembro que deverão mostrar um crescimento de 0,2%, desacelerando dos 0,3% do mês de Outubro, e o índice de pequenas e médias empresas NFIB deverá mostrar uma ligeira subida de 99,5 para 99,9.

Poderemos ouvir Beth Hammack e Lorie Logan no final da tarde.

Na frente empresarial iremos ter a apresentação de resultados de empresas como Coca-Cola, AstraZeneca, Ford, BP, Spotify, Barclays e Ferrari, entre muitas outras.


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