Amanhã destacamos
Estados Unidos
A semana termina com as atenções colocadas principalmente na agenda económica dos Estados Unidos, onde teremos dados da inflação, do mercado de trabalho e da confiança do consumidor.
Esta noite, na Nova Zelândia, as atenções vão para a divulgação do PMI manufactureiro BusinessNZ deverá cair de 55,2 para 54,6.
Pela manhã, no Reino Unido, as atenções vão para os dados do PIB, onde a economia britânica, segundo as previsões, deverá mostrar um crescimento em Janeiro de 0,2%, acelerando dos 0,1% apresentados em Dezembro do ano passado.
Iremos ter ainda os números da balança comercial de bens que deverá mostrar um défice de 22,1 mil milhões de libras, um pouco abaixo dos 22,7 mil milhões do mês anterior, e os números da produção industrial que deverão aumentar 0,3%, após a redução de 0,9% no mês anterior.
Na Zona Euro, teremos a divulgação dos números da produção industrial, onde as previsões apontam para um crescimento de 0,5%, após a redução de 1,4% no mês anterior.
Na Alemanha, o índice de preços grossistas deverá mostrar uma subida de 0,4%, desacelerando dos 0,9% apresentados no mês anterior.
Em França teremos a leitura final do IPC de Fevereiro e em Itália os números da produção industrial, que após a queda anterior de 0,4%, deverão mostrar um crescimento de 0,4%.
Nos Estados Unidos, iremos ter mais dados da inflação, desta vez a medida preferida da Fed, o core PCE price index, que deverá mostrar em Janeiro um aumento mensal nos preços de 0,4%, com a medida anual a subir de 3% para 3,1%. A despesa pessoal deverá mostrar uma desaceleração dos 0,4% do mês anterior, para 0,3%, enquanto o rendimento pessoal deverá mostrar uma aceleração de 0,3% para 0,4%.
A segunda leitura do PIB do último trimestre deverá confirmar os números preliminares que mostraram um crescimento trimestral de 1,4%.
Iremos ter os números das novas vagas de emprego JOLTS, onde as previsões apontam para um aumento dos 6,54 milhões em Dezembro, para 6,84 milhões em Janeiro.
Teremos também os números das encomendas de bens duradouros do mês de Janeiro, que depois de uma queda de 1,4% no mês anterior, deverão mostrar um aumento de 1,2%, onde sem itens de transporte deverão desacelerar de 0,9% para 0,5%, e sem as encomendas da defesa mostrar uma redução de 0,4%, desacelerando da queda anterior de 2,5%.
Iremos ter ainda os dados preliminares da Universidade de Michigan, onde o índice de confiança do consumidor, segundo as estimativas, caem de 56,6 para 56,3, e as expectativas de inflação no curto prazo sobe de 3,4% para 3,9% e de mais longo prazo de 3,3% para 3,4%.
No Canadá, as atenções vão para os dados do mercado de trabalho, onde as previsões apontam para que a taxa de desemprego suba de 6,5% para 6,6%, com a taxa de participação a cair de 65% para 64,8%. O número de postos de trabalho deverá aumentar em torno de 10.000, onde poderemos ter uma redução de 10 mil empregos a tempo inteiro e um aumento de 20 mil empregos a tempo parcial.
Teremos ainda as vendas manufactureiras, que deverão mostrar uma queda de 3,3%, após o aumento anterior de 0,6%.