Amanhã destacamos
Inflação na Área do Euro

Amanhã destacamos Inflação na Área do Euro

O destaque desta terça-feira vai para a divulgação dos dados da inflação no agregado da Zona Euro, em dia que teremos ainda dados do mercado de trabalho e da confiança do consumidor nos Estados Unidos

Esta noite, no Japão, as atenções irão estar também na divulgação dos dados da inflação, mas na área de Tóquio, onde o índice total deverá em termos anuais deverá mostrar uma subida de 1,6% em Fevereiro, para 1,7% em Março, onde sem alimentos frescos, a medida mais observada pelo Banco do Japão, deverá subir de 1,8% para 1,9%. Teremos ainda a taxa de desemprego que deverá manter-se nos 2,7%, os números preliminares da produção industrial deverão mostrar uma redução mensal de 2%, após o aumento de 4,3% no mês anterior, os das vendas a retalho deverão apresentar uma desaceleração, em termos homólogos, dos 1,8% para 0,9% e os do início de construção de imóveis uma queda de 4,6%, após a de 0,4% no mês anterior.

Na Nova Zelândia teremos o índice de confiança empresarial ANZ, onde as estimativas mostram uma queda de 59,2 para 57, e na Austrália os números do crédito ao sector privado deverão mostrar um crescimento de 0,6%, acelerando dos 0,5% no mês anterior.

Na China é a vez de termos os dados oficiais da actividade económica privada onde, segundo as estimativas, a actividade económica privada deverá voltar a expandir, com o PMI geral do NBS a subir de 49,5 para 50,2, onde a actividade industrial mostra uma subida de 49 para 49,8 e a de serviços de 49,5 para 50,2.

Pela manhã, no Reino Unido, iremos ter os números finais do PIB do quarto trimestre que deverão confirmar o crescimento de 0,1%, os números da conta-corrente deverão apresentar um défice de 23,9 mil milhões de libras, após os 12,1 mil milhões do mês anterior, e o índice de preços dos imóveis da Nationwide deverá estabilizar, após a subida de 0,3% no mês passado.

Na Zona Euro, todas as atenções irão estar voltadas para a divulgação dos dados da inflação de Março. As previsões apontam para que os preços em termos mensais mostrem uma subida de 1,4%, acelerando dos 0,6% apresentados no mês anterior, com a inflação anual a subir de 1,9% para 2,7%, com a inflação subjacente, sem energia nem alimentos, a subir de 2,4% para 2,5%. Antes da divulgação destes dados agregados da Zona Euro, iremos ter os dados nacionais. Em França a inflação deverá mostrar uma subida de 0,9% e 1,7% e em Itália de 0,5% e 2,3%, respectivamente.
Na Alemanha teremos os números das vendas a retalho, que após a queda de 0,9% em Janeiro, deverão mostrar em Fevereiro um aumento de 0,4%, e a taxa de desemprego deverá manter-se nos 6,3%.

À tarde, nos Estados Unidos, as atenções irão principalmente para a divulgação dos números das vagas de emprego JOLTS, onde as previsões apontam para um ajustamento em baixo de 6,95 milhões de vagas no mês anterior, para 6,85 milhões, e ainda para o índice de confiança do consumidor da Conference Board, onde as estimativas apontam para uma queda de 91,2 para 88.
No mercado imobiliário teremos a divulgação do índice S&P/Case Shiller, que deverá mostrar uma subida de 1,4%, em linha com o mês anterior, e o índice do preço dos imóveis a mostrar uma subida mensal de 0,1%, também em linha com o mês anterior.
Teremos ainda o Chicago PMI que deverá, segundo as estimativas, recuar de 57,7 para 54,5.

No Canadá iremos ter os números do PIB do mês de Janeiro, que deverão mostrar uma estagnação, após o crescimento de 0,2% no mês anterior. Os números preliminares de Fevereiro deverão mostrar um crescimento de 0,1%.

Um dia onde iremos ter mais intervenções verbais, onde podemos ouvir Austan Goolsbee, Michael Barr e Michelle Bowman.


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