Amanhã destacamos
Inflação

Amanhã destacamos Inflação

A semana termina com a divulgação de dados da inflação desde a China até aos Estados Unidos, estes últimos a estarem principalmente debaixo das atenções dos mercados.

Esta noite, no Japão, começamos por ter dados da inflação à porta das fábricas, com as previsões a apontarem para uma subida mensal de 0,9%, com a medida em termos anuais a subir de 2% para 2,4%.

Na China iremos ter mais dados da inflação. As previsões mostram uma queda mensal nos preços de 0,2% em Março, com a medida anual a cair de 1,3% para 1,2%. O índice de preços no produtor deverá mostrar uma subida em termos anuais de 0,4%, após a queda de 0,9% no mês anterior.

Pela manhã, na Alemanha, iremos ter mais dados da inflação, desta vez a leitura final de Março, que deverá confirmar a subida mensal de 1,1% e anual de 2,7%. Em Itália, os números da produção industrial de Fevereiro deverão mostrar um aumento de 0,5%, após a queda de 0,6% no mês anterior.

À tarde, nos Estados Unidos, teremos o destaque do dia. Os preços em Março deverão mostrar uma subida de 0,9%, acelerando dos 0,3% em Fevereiro, com a inflação anual a subir de 2,4% para 3,3%. Sem alimentos nem energia, os preços deverão apresentar um aumento mensal de 0,3%, com a inflação subjacente a subir de 2,5% para 2,7%.
Os dados da Universidade de Michigan da confiança do consumidor, segundo as estimativas, irão mostrar um recuo de 53,3 para 51,6, e as estimativas de inflação de curto prazo uma aceleração de 3,8% para 4% e as de prazo mais longo (5 anos) de 3,2% para 3,4%.
Teremos ainda as encomendas às fábricas de Fevereiro que deverão mostrar uma redução de 0,2%, após o aumento em Janeiro de 0,1%.

No Canadá é dia de dados do mercado de trabalho. As previsões apontam para uma subida na taxa de desemprego de 6,7% para 6,8, mas com um aumento da taxa de participação de 64,9% para 65%. A economia canadiana deverá mostrar um aumento de 15 mil novos postos de trabalho, após a queda do mês de Fevereiro de 83,9 mil.

Poderemos ainda ouvir o vice-presidente do Banco Central Europeu, Luis de Guindos.


O que pensa sobre este tema?