Amanhã destacamos
Balança comercial e IPP
Num dia em que as reuniões do FMI arrancam em força, os resultados dos grandes bancos dos EUA, a balança comercial chinesa e os preços no produtor nos EUA estarão no radar dos investidores
Esta noite, na China, os mercados irão estar atentos aos números da balança comercial do mês de Março que, segundo as previsões, deverão apresentar um excedente de 110 mil milhões de dólares, com um aumento de 11% das importações e de 8,3% das exportações.
Na Austrália, teremos a divulgação do índice de confiança do consumidor Westpac, que após a subida de 1,2% em Março, deverá cair este mês 1,8%, e ainda o índice de confiança empresarial NAB que deverá, segundo as estimativas, cair de -1 para -6.
No Reino Unido iremos ter o índice do BRC Retail Sales Monitor, que deverá subir de 0,7% para 2,7%.
Pela manhã, na Alemanha, teremos o índice de preços grossistas de Março, com os preços em termos mensais a mostrarem um aumento de 0,4%, desacelerando dos 0,6% registados no mês anterior.
À tarde, nos Estados Unidos, as atenções voltam-se para os números do índice de preços do produtor que, segundo as previsões, deverão mostrar uma subida de 1,2%, acelerando do aumento de 0,7% no mês de Fevereiro, onde sem alimentos nem energia, manterão o ritmo de crescimento do mês anterior de 0,5%.
Teremos também a divulgação do índice de pequenas e médias empresas NFIB, que deverá recuar ligeiramente de 98,8 para 98,6, e ainda os números semanais do emprego da ADP.
Em Washington é altura de termos várias reuniões, simpósios e conferências, com as Reuniões de Primavera do FMI a começarem.
Durante todo o dia iremos ter oportunidade de ouvir vários responsáveis de bancos centrais desde Andrew Bailey, Megan Greene e Sarah Breeden, do Banco de Inglaterra, Austan Goolsbee, Michael Barr, Thomas Barkin, Susan Collins e Anna Paulson, da Reserva Federal dos Estados Unidos e por fim Christine Lagarde, do Banco Central Europeu.
Na frente microeconómica vamos ter a apresentação de resultados dos maiores bancos norte-americanos, como o Citigroup, JPMorgan Chase e Wells Fargo, assim como os da BlackRock e da Johnson & Johnson, e ainda na Europa os da BMW, entre muitos outros.