Amanhã destacamos
Emprego, PIB e inflação
Um dia em que temos um número elevado de indicadores económicos com o destaque para o emprego na Austrália e EUA, do PIB na China e no Reino Unido, e ainda para os números finais da inflação na Zona Euro
Esta noite, na Austrália, as atenções vão especialmente para os dados do mercado de trabalho de Março. A taxa de desemprego deverá manter-se nos 4,3%, com a taxa de participação a cair de 66,9% para 66,8%. A economia australiana deverá mostrar a criação de 20 mil postos de trabalho, com a maioria a tempo inteiro.
Na China teremos um conjunto alargado de dados. Os números do PIB do primeiro trimestre deste ano, segundo as previsões, deverão mostrar um crescimento trimestral de 1,4%, acelerando dos 1,2% no trimestre anterior, com o número anual a mostrar um crescimento de 5%, após os 4,5% no período anterior. O índice do preço dos imóveis deve voltar a mostrar uma queda, acelerando dos -3,2% em Fevereiro, para -3,5% em Março. O investimento em activos fixos deverá mostrar um aumento de 2%, acelerando dos 1,8% do mês anterior. Teremos os números das vendas a retalho que deverão mostrar um aumento de 2,4%, desacelerando dos 2,8% do mês anterior. A taxa de desemprego deverá cair de 5,3% para 5,2%. Teremos ainda os números da produção industrial que deverão, segundo as estimativas, mostrar um crescimento de 5,4% em Março, após os 6,3% apresentados em Fevereiro.
Pela manhã, no Reino Unido, as atenções centram-se principalmente nos dados do PIB de Fevereiro que, segundo as previsões, irão mostrar um crescimento de 0,1%, após a estagnação apresentada em Janeiro. Teremos também os números da produção industrial que deverão apresentar um aumento de 0,2%, após uma queda de 0,1% em Janeiro, e ainda os números da balança comercial que deverão apresentar um défice de 3,6 mil milhões de libras, recuando do excedente do mês anterior de 3,9 mil milhões.
Na Suíça teremos a divulgação do índice de preços importados e do produtor, onde as previsões apontam para uma subida de 0,2%, após a queda em Fevereiro de 0,3%.
Na Zona Euro, teremos os dados finais da inflação do mês de Março, que deverão confirmar os dados preliminares.
O Banco Central Europeu irá divulgar as minutas da sua última reunião de política monetária.
À tarde, nos Estados Unidos, teremos os habituais números semanais de novos pedidos de subsídio de desemprego, onde as previsões mostram um recuo dos 219 mil pedidos para 215 mil. Iremos ter o índice manufactureiro da Fed de Filadélfia, que deverá cair de 18,1 para 10,5, e ainda os números da produção industrial que deverão desacelerar o crescimento de 0,2% do mês de Fevereiro, para 0,1% em Março.
As Reuniões de Primavera do FMI em Washington continuam, tal como continuam inúmeros discursos e entrevistas a responsáveis de bancos centrais.
Poderemos ouvir opiniões sobre a economia e a política monetária de John Williams e de Stephen Miran da Reserva Federal, de Alan Taylor do Banco de Inglaterra, de Sarah Hunter do RBA ou ainda de Joachim Nagel do BCE, entre outros.
Iremos ter mais apresentações de resultados empresariais, onde os destaques vão para os da Netflix, TSMC, PepsiCo e Alcoa, entre muitos outros.