Amanhã destacamos
Os serviços e o emprego privado

Amanhã destacamos Os serviços e o emprego privado

As atenções dos mercados financeiros irão estar colocadas nos dados da actividade de serviços desde a Europa aos EUA e ainda nos dados da ADP do mercado de trabalho privado

Esta noite, na Nova Zelândia, o destaque está nos dados do mercado de trabalho. A taxa de desemprego no segundo trimestre deverá mostrar uma subida de 5,3% para 5,4%, com a taxa de participação a cair de 70,4% para 70,3%. A variação do emprego deverá mostrar um aumento de 0,1%, desacelerando dos 0,2% registados no primeiro trimestre. O índice de custo laboral trimestral deverá mostrar uma subida de 0,6%, acelerando dos 0,5% do trimestre anterior.

No Japão iremos ter os números do crescimento médio salarial, que deverão mostrar uma ligeira aceleração dos 3,3% do mês anterior para 3,4%.

Na China teremos os dados da actividade de serviços da RatingDog, onde o PMI de serviços deverá mostrar um recuo dos 54,1 para 53,7.

Pela manhã, na Zona Euro, teremos PMIs do sector de serviços, com a leitura final poder manter os 51,6 preliminares. Em Espanha, o índice deverá subir dos 54,2 no mês anterior, para 54,8, e em Itália dos 50,2 para 51,2. O índice de preços no produtor do mês de Junho na Zona Euro deverá mostrar uma queda de 0,3%, após a subida de 0,2% em Maio. Teremos ainda os números da produção industrial em França que deverão mostrar um crescimento de 0,3%, após a redução de 0,1% no mês anterior.

À tarde, nos Estados Unidos, as atenções começam por ir para os números privados do emprego ADP, onde segundo as previsões mostrarão um aumento de 71 mil empregos, caindo dos 98 mil do mês anterior. Segue-se a divulgação do índice de serviços do ISM, onde as estimativas apontam para uma subida de 54,0 para 54,5, com o subíndice dos preços a cair de 67,7 para 66,2 e o do emprego a subir de 51,2 para 52. A leitura final do PMI de serviços da S&P Global deverá manter os 53,6 iniciais.

Iremos ter mais empresas a apresentar resultados do segundo trimestre de 2026, como será o caso da Novo Nordisk, Eli Lilly, Walt Disney, UBER e Sandisk, entre muitos outros.


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