Amanhã destacamos
Japão, China e Canadá

Amanhã destacamos Japão, China e Canadá

A semana começa com um conjunto interessante de dados económicos na China, os números do crescimento económico no Japão e a inflação no Canadá.

A semana começa na Nova Zelândia com a divulgação do índice de serviços BusinessNZ que, segundo as estimativas, deverá mostrar uma subida de 50,6 para 51,4, com o índice composto a subir de 53,6 para 54.

No Japão, iremos ter a divulgação dos números preliminares do PIB do segundo trimestre, que deverão mostrar um crescimento trimestral de 0,5%, em linha com o trimestre anterior. Teremos ainda os números de Junho da actividade da indústria terciária, que deverão mostrar uma queda de 0,9%, após uma subida de 1,1% em Maio.

Na China iremos ter um dia bem preenchido de dados económicos:
O índice de preços de imóveis de Julho, em termos homólogos, deverá mostrar uma queda de 3,4%, após a de 3,3% apresentada em Junho.
As vendas a retalho deverão mostrar uma aceleração dos 1% no mês anterior, para 1,5%.
Os números da produção industrial, segundo as previsões, deverão mostrar um aumento de 5%, desacelerando dos 5,3% registados no mês de Junho.
A taxa de desemprego deverá mostrar uma subida de 5% para 5,1%.
O investimento em activos fixos deverá continuar a cair. As estimativas apontam para uma redução de 6,2%, após 5,7% no mês anterior, tal como o investimento estrangeiro directo que, após a queda de 5% no mês anterior, deverá agora mostrar uma de 6%.

À tarde, no Canadá, as atenções irão estar nos dados da inflação. No mês de Julho os números deverão mostrar que os preços subiram 0,5%, após a queda de 0,4% durante o mês de Junho. A inflação anual deverá mostrar uma subida de 2,8% para 2,9%, e sem energia e alimentos uma subida de 2,1% para 2,2%. O CPI trimmed-mean, a medida observada mais atentamente pelo Banco do Canadá, deverá manter-se nos 1,8%.

Nos Estados Unidos iremos ter a divulgação do índice manufactureiro de Nova Iorque, onde as estimativas apontam para uma queda dos 15,6 do mês anterior, para 10,6, e ainda o índice de mercado imobiliário NAHB, com o consenso a mostrar uma ligeira queda de 34 para 33.


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