Amanhã destacamos
Banco de Inglaterra
As decisões dos bancos centrais continuam e após a Reserva Federal dos Estados Unidos, chega a vez nesta quinta-feira do banco central no Reino Unido reunir sobre política monetária
O Banco de Inglaterra deverá manter a sua taxa de referência inalterada em 3,75%, provavelmente com uma votação de 6-3, repetindo o resultado de Julho.
A evolução dos preços da energia continua, contudo, a ser um factor de risco. Andrew Bailey mantém uma posição prudente e considera que as expectativas do mercado para várias subidas dos juros incorporam um prémio de risco excessivo, defendendo uma abordagem de esperar para ver.
A decisão deverá ainda confirmar uma redução do ritmo de redução do balanço da instituição, com o quantitative tightening a poder abrandar para cerca de 50 mil milhões de libras nos próximos 12 meses.
Esta noite, na Nova Zelândia, as atenções vão para a divulgação do PIB relativo ao segundo trimestre. A economia neozelandesa, segundo as previsões, deverá mostrar um crescimento trimestral de 0,1%, recuando dos 0,8% apresentados no primeiro trimestre, com a medida homóloga a subir de 1,5% para 2,3%.
Na Zona Euro, os dados finais da inflação de Agosto deverão confirmar as leituras preliminares.
À tarde, nos Estados Unidos, teremos mais dados do mercado imobiliário. As licenças de construção em Agosto deverão mostrar uma diminuição de 1,6%, o início de construção de imóveis um aumento de 9% e as vendas pendentes de imóveis um aumento de 0,3%, após a contracção de 2,3% no mês anterior. Teremos também os habituais números semanais de novos pedidos de subsídio de desemprego que deverão mostrar uma subida dos 205 mil para 209 mil e ainda o índice manufactureiro da Fed de Filadélfia, onde as estimativas apontam para uma queda de 47,4 para 28,9.