Amanhã destacamos
Inflação, ADP e PIB

Amanhã destacamos Inflação, ADP e PIB

Uma agenda económica bem preenchida com as atenções a focarem-se na inflação na Austrália, Alemanha, França e Itália, e ainda para o PCE, PIB e dados do emprego privado nos EUA

Esta noite, as atenções começam por ir para a Austrália, onde iremos ter os dados da inflação. Os preços em termos mensais deverão mostrar uma subida de 0,4%, abrandando do crescimento de 1% no mês de Julho, com a inflação homóloga a subir de 3,5% para 4,1%. A “trimmed mean”, a medida observada mais de perto pelo banco central australiano, deverá mostrar um abrandamento em termos mensais de 0,5% para 0,4%, com a medida anual a mostrar um crescimento de 3,6% para 3,7%.
Teremos também os números das licenças de construção, que em Agosto deverão mostrar uma redução de 0,9%, após a queda de 3,9% no mês anterior, e ainda os números do crédito no sector privado que deverá mostrar um aumento mensal de 0,5%, desacelerando dos 0,6% de Julho.

No Japão, a produção industrial deverá apresentar uma recuperação de 1,4% face ao mês anterior, com um crescimento anual de 3,7%, face aos 3,9% do mês anterior. O crescimento homólogo das vendas no retalho deverá desacelerar para 3,2% face aos 3,7% de Julho. A previsão é de uma quebra de 1% nas vendas face ao mês anterior, após o aumento anterior de 2,4%. O início de construção de imóveis deverá abrandar do crescimento de 8,2% em Julho, para 6,8% em Agosto.

Na China, teremos a divulgação dos PMI oficiais e privados. Os dados oficiais deverão mostrar que a actividade económica deverá mostrar um crescimento, com o PMI geral a subir de 49,5 para 50,1, voltando a área de expansão, onde a actividade manufactureira deverá subir de 49,0 para 49,3 e a de serviços de 49,8 para 50,1.
Os números privados da RatingDog, com empresas mais voltadas para a exportação, deverão mostrar também uma subida, com o índice composto a subir de 52,1 para 52,3, onde o PMI industrial avança de 51,5 para 51,6, mas o de serviços recua de 51,4 para 51,1.

Na Nova Zelândia teremos o índice de confiança empresarial ANZ que deverá subir de 53,7 para 55,1.

Pela manhã teremos mais dados da inflação, desta vez da Alemanha, Itália e França. Em França, os preços em Setembro deverão mostrar uma queda de 0,5%, mas a inflação anual deverá subir de 2,4% para 2,8%. Em Itália a inflação anual deverá subir de 3,3% para 3,8%, com os preços a manterem-se estáveis em termos mensais. Na Alemanha, as previsões apontam para que a inflação em termos homólogos suba de 2,9% para 3,1%, com os preços em termos mensais a acelerarem de 0,2% para 0,5%. Ainda na Alemanha, teremos as vendas a retalho que em Agosto deverão mostrar um aumento de 1,4%, após a redução de 3,4% em Julho, e a taxa de desemprego que se deverá manter nos 6,4%.

No Reino Unido, iremos ter os números finais do PIB do segundo trimestre, que deverão manter o crescimento de 0,4% mostrados na leitura preliminar, e ainda os números da conta corrente que deverão mostrar um saldo negativo de 25,6 mil milhões de libras, após os 22,1 mil milhões no trimestre anterior.

Na Suíça, teremos o índice de confiança económica da UBS, onde o consenso aponta para um crescimento de 12,1 para 13.

Nos Estados Unidos, as atenções estarão principalmente nos números da inflação do PCE. Em termos mensais, o PCE deverá mostrar uma subida dos preços em Agosto de 0,4%, acelerando dos 0,2% do mês anterior, com a medida homóloga a subir de 3,7% para 3,8%. Sem alimentos nem energia, o Core PCE deverá subir de 3,3% para 3,4%, com a medida mensal a subir de 0,2% para 0,3%. Os números dos gastos pessoais deverão mostrar uma subida de 0,8%, acelerando dos 0,2% em Julho, enquanto os ganhos salariais deverão manter o crescimento mensal de 0,4%. Teremos também os números finais do PIB do segundo trimestre, que deverá mostrar uma revisão em alta de 1,5% para 1,6%. Teremos mais dados do emprego, do privado da ADP, com as previsões a apontarem para a criação de 70 mil novos postos de trabalho em Setembro, após os 38 mil do mês anterior. Teremos ainda os números da balança comercial que deverá apresentar um défice de 113,8 mil milhões de dólares, os inventários grossistas de Agosto que deverão mostrar um aumento de 1,1%, baixando dos 1,3% do mês anterior, e por fim o índice Chicago PMI, onde o consenso aponta para uma subida dos 47,1 do mês passado, para 51,3.

Continuamos com mais discursos de banqueiros centrais, onde podemos voltar a ouvir Thomas Barkin, Lisa Cook e Austan Goolsbee.


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