Amanhã destacamos
Nonfarm payrolls e inflação
A semana termina com os mercados de olhos postos no relatório do emprego dos Estados Unidos a divulgar pelo Bureau of Labor Statistics, tendo antes dados da inflação em Tóquio e na Zona Euro.
Esta noite, as atenções começam por ir para a divulgação dos dados de inflação de Tóquio. O consenso do mercado é de que a inflação geral em termos anuais acelere para 2,4%, face aos face a 1,9% do mês anterior, enquanto a inflação subjacente, sem alimentos frescos, deverá subir de 1,8% para 2,4%. Teremos ainda a divulgação da taxa de desemprego, que se deverá manter nos 2,4%.
Pela manhã é a vez de termos a inflação na Zona Euro. Os números do agregado da União Europeia, segundo as previsões, mostrarão uma subida mensal dos preços em Setembro de 0,5%, acelerando dos 0,4% do mês de Agosto. Em termos homólogos a inflação deverá mostrar uma subida de 3,2% para 3,6%, onde sem energia nem alimentos, a inflação subjacente deverá subir de 2,4% para 2,6%.
Além da inflação, teremos ainda os números das vendas a retalho de Agosto em Itália, onde as previsões apontam para uma redução de 0,1%, após a queda de 0,4% no mês anterior.
À tarde, nos Estados Unidos, teremos os números mais esperados da semana. O relatório do emprego do mês de Setembro deverá, segundo as previsões, mostrar uma queda dos 162 mil postos de trabalho apresentados no mês de Agosto, para 100 mil. As estimativas apontam também para uma subida da taxa de desemprego de 4,1% para 4,2%, com a taxa de participação a recuar de 61,6% para 61,4%. O crescimento médio salarial mensal deverá mostrar uma desaceleração dos 0,3% do mês anterior, para 0,2% em Setembro.
Teremos ainda as encomendas às fábricas do mês de Agosto, que deverão mostrar uma redução de 0,1%, após o aumento de 0,9% em Julho.
A semana não termina sem mais um discurso de Joachim Nagel, em Mecklenburg–West Pomerania, na Festa Anual dos Mercadores de Rostock, intitulado “Mais dinamismo para a economia”.