Amanhã destacamos
PIB e Inflação
Uma agenda económica muito ligeira na Zona Euro e nos EUA, onde os mercados irão estar especialmente atentos aos dados do crescimento económico na China e aos números dos preços no Canadá.
Esta noite, a semana começa na Nova Zelândia onde teremos a divulgação dos dados de actividade económica, com o PMI composto, segundo as estimativas, a manter-se nos 52,5, enquanto o PMI de serviços deverá cair de 51,2 para 50,0. Teremos ainda os números da balança comercial de Setembro, que deverão apresentar um défice de 775 milhões de dólares neozelandeses, após o défice no mês anterior de 1349 milhões.
Mais tarde, na China, são os números do PIB do terceiro trimestre que irão estar debaixo da atenção dos mercados. As previsões apontam para um crescimento económico trimestral de 1,1%, acelerando dos 0,9% do trimestre anterior. Em termos homólogos, deverá mostrar um crescimento de 4,4%, após os 4,3% anteriores.
Teremos também as vendas a retalho do mês de Setembro que deverão mostrar um aumento de 0,5% em relação ao mesmo período no ano anterior, acelerando dos 0,4% do mês de Agosto. A produção industrial deverá mostrar uma aceleração dos 5,2% em Agosto, para 5,4% e a taxa de desemprego deverá continuar nos 5,3%. O índice de preço de imóveis deverá voltar a baixar, de -3 para -3,1, tal como o investimento em activos fixos, de -7,2% para -7,3%, enquanto o investimento estrangeiro directo deverá melhorar de -5,3% para -4,8%.
No Japão iremos ter o índice de actividade industrial terciária que, segundo as estimativas, deverá mostrar uma queda de 0,3%, após a subida de 0,4% em Julho.
À tarde, no Canadá, as atenções voltam-se para a inflação. Os números deverão mostrar que os preços em Setembro subiram 0,2%, após a queda de 0,1% no mês de Agosto. A inflação anual deverá mostrar uma subida de 3% para 3,2%, enquanto sem energia nem alimentos se deverá manter nos 2,4%. O CPI trimmed-mean, a medida observada mais atentamente pelo Banco do Canadá, deverá manter-se nos 1,9%.
Nos Estados Unidos a semana começa com dados do mercado imobiliário, com a divulgação do índice NAHB, onde o consenso aponta para um ligeiro recuo dos 32 no mês anterior para 31.