Amanhã destacamos
Nonfarm payrolls

Amanhã destacamos Nonfarm payrolls

A semana termina com a atenção nos dados do mercado de trabalho, em especial o relatório dos nonfarm payrolls do mês de Outubro nos Estados Unidos.

Esta noite, no Japão, iremos ter a divulgação dos dados de rendimentos salariais de Setembro, onde o consenso do mercado espera que o crescimento salarial nominal abrande ligeiramente para 3,8% em termos homólogos, face aos 3,9% revistos anteriormente.

Pela manhã, na Zona Euro, teremos os números das vendas a retalho de Setembro, onde as estimativas apontam para uma queda mensal de 0,1%, com a medida homóloga a mostrar uma subida de 0,5%.
Na Alemanha iremos ter os números da produção industrial, que deverão mostrar um crescimento de 0,5%, desacelerando dos 2% registados no mês anterior.
Em França, a balança comercial deverá apresentar um défice de 5,8 mil milhões de euros, baixando do de 6,1 mil milhões do mês de Agosto.

Na Suíça a semana vai terminar com dados da confiança do consumidor que, segundo as estimativas, deverão mostrar uma subida ligeira de -36 para -35.

À tarde, nos Estados Unidos, as atenções vão focar-se principalmente no relatório do emprego do mês de Outubro. As previsões mostram um aumento dos 29 mil empregos criados em Setembro, para 63 mil em Outubro, com a taxa de desemprego a manter-se nos 4,2% e os ganhos médios salariais a acelerarem de 0,1% no mês anterior, para 0,3%. Iremos ter também os dados da Universidade de Michigan da confiança do consumidor, onde o consenso aponta para um recuo dos 48,0 do mês passado, para 47,6, e ainda as expectativas de inflação, onde no curto prazo poderão manter-se nos 4,7%, mas a 5 anos sobem de 3,5% para 3,6%.

No Canadá teremos também os dados do mercado de trabalho. As previsões apontam para que a taxa de desemprego se mantenha nos 6,5%, com a taxa de participação a subir de 64,8% para 64,9%. O número de novos postos de trabalho deverá mostrar um aumento de 12,5 mil empregos, divididos equitativamente entre empregos a tempo inteiro e a tempo parcial. Iremos ter ainda o índice Ivey PMI, onde o consenso aponta para uma queda de 58,2 para 57,7.

Iremos ter mais participações verbais de vários banqueiros centrais, como irá ser o caso de John Williams, Alberto Musalem e Michelle Bowman da Reserva Federal, e ainda Huw Pill do Banco de Inglaterra e Kazuo Ueda do Banco do Japão.


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