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Amanhã destacamos
Inflação

Nesta quinta-feira as atenções vão para a divulgação da medida preferida da Reserva Federal dos Estados Unidos para a inflação, o Core PCE Price Index

Café da Manhã
A acalmar

O sentimento de aversão ao risco espalhado ontem pelos mercados financeiros, está hoje a mostrar algum abrandamento, com as yields de longo prazo no Japão e nos Estados Unidos a recuarem dos recentes máximos

Amanhã destacamos
Davos - Ao 3º Dia D. Trump

O destaque desta quarta-feira vai para o discurso de Donald Trump no Fórum Económico Mundial em Davos, numa intervenção que se espera ser o momento mais aguardado de toda a cimeira alpina.

Café da Manhã
Sell América?

Os mercados financeiros seguem a negociar em modo de aversão ao risco, fazendo lembrar o sentimento de “sell América” anteriormente vivido em Abril de 2025, quando das tarifas recíprocas

Amanhã destacamos
ZEW e Emprego

Nesta terça-feira, as atenções irão dividir-se entre os dados do mercado de trabalho no Reino Unido e o indicador alemão de confiança económica ZEW.

Café da Manhã
Em modo de ameaça

Donald Trump segue em modo de ameaça em torno da Gronelândia, anunciando tarifas sobre os países europeus que se têm oposto à aquisição norte-americana daquela ilha do Ártico.

EUR/USD
Semanal

Se interpretarmos à letra o tema do Fórum Económico Mundial deste ano em Davos — “Um espírito de diálogo” — talvez o EUR/USD encontrasse espaço para uma recuperação esta semana. No entanto, tal cenário parece pouco provável.

Amanhã destacamos
China e inflação

A semana começa com as atenções voltadas para a China, onde iremos ter a divulgação de um conjunto alargado de importantes dados económicos mensais, e ainda para dados da inflação na Europa e Canadá

A semana que começa
Trump, Davos e resultados

Uma semana em que Trump certamente tomará ainda mais o palco central que é a reunião anual do Fórum Económico Mundial em Davos, com os mercados ainda a olharem para resultados empresariais, dados económicos e Banco do Japão.

Semana Revista
Uma semana mais tranquila

As tensões políticas abrandaram, os resultados da banca agradaram aos investidores, a inflação nos EUA saiu mais baixa do que o esperado e Trump esteve por todo o lado, e acabou por ter o “seu prémio Nobel da Paz”.