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Café da Manhã
A volatilidade continua

Os mercados financeiros continuam a ter de lidar com uma volatilidade acrescida, enquanto o conflito no Médio Oriente a pressão sobre os preços da energia, apesar dos esforços dos Estados Unidos.

Amanhã destacamos
Balança comercial

O destaque do último dia da semana vai para a divulgação dos números da balança comercial na Europa e na Nova Zelândia.

Café da Manhã
A Fed e o conflito no Médio Oriente

Os mercados financeiros regressam a um regime de aversão ao risco, com a confiança penalizada pela escalada do conflito no Médio Oriente e por sinais de uma Reserva Federal mais prudente.

Amanhã destacamos
BCE e outros bancos centrais

Esta quinta-feira será uma “super quinta-feira”, cheia de reuniões de bancos centrais, onde além do Banco Central Europeu teremos decisões no Japão, no Reino Unido, na Suíça e na Suécia

Café da Manhã
Em alta

A confiança volta aos mercados financeiros com o preço do petróleo a baixar dos 100 dólares por barril, mesmo sem sinais de um fim no conflito do Médio Oriente

Amanhã destacamos
A Reserva Federal dos Estados Unidos

Um dia em que iremos ter mais bancos centrais a decidir sobre política monetária, onde as atenções, como sempre, irão estar principalmente viradas para a reunião da Reserva Federal dos Estados Unidos.

Café da Manhã
Sem direcção definida

Os mercados accionistas continuam sem uma direcção bem definida, continuando a avaliar a situação no Médio Oriente que segue sem dar sinais de um fim próximo

Amanhã destacamos
RBA e ZEW

Esta terça-feira conta com o primeiro dos muitos bancos centrais que irão decidir sobre política monetária esta semana, o Reserve Bank of Australia, e ainda com a divulgação do índice de confiança económica alemão, ZEW

Café da Manhã
Entre ganhos e perdas

Os mercados accionistas estão a começar a semana entre ganhos e perdas, com os preços do petróleo a manterem-se em torno dos recentes níveis elevados, enquanto Donald Trump exige ajuda por parte dos aliados

EUR/USD
Semanal

O conflito no Médio Oriente fez disparar os preços do petróleo para máximos dos últimos quatro anos, impulsionando o dólar e pressionando o euro, levando o EUR/USD para mínimos do ano.