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Café da Manhã
Tecnologia sob pressão

As bolsas continuam pressionadas pela correcção no sector tecnológico, numa semana à espera de resultados empresariais e dos dados da inflação nos EUA. O petróleo mantém-se elevado e o dólar negoceia perto de máximos de mais de um ano.

Amanhã destacamos
Resultados da banca dos EUA

Com uma agenda económica ligeira nesta terça-feira, as atenções do mercado vão para o início em força da época de resultados empresariais do terceiro trimestre.

Café da Manhã
Mercados em compasso de espera

As bolsas iniciam a semana com ganhos moderados na Europa e maior hesitação na Ásia, enquanto os investidores aguardam resultados empresariais.

EUR/USD
Semanal

A volatilidade diminuiu, mas o EUR/USD voltou a registar um novo mínimo do ano.

Amanhã destacamos
F M I

Uma semana que começa com a agenda económica vazia e onde os mercados irão acompanhar o início das reuniões do Fundo Monetário Internacional em Bangkok.

A semana que começa
Resultados, inflação e petróleo

A inflação norte-americana, as reuniões do FMI e do Banco Mundial, os resultados da banca e a tensão no Médio Oriente deverão dominar os mercados, numa semana marcada pela incerteza sobre os preços da energia e as taxas de juro.

Semana Revista
Dívida soberana testa os mercados

Yields elevadas nos Estados Unidos, incerteza orçamental em França, novas dúvidas sobre as taxas de juro e escalada no Médio Oriente marcaram os mercados durante esta semana.

Café da Manhã
Bolsas recuperam

As bolsas europeias recuperam, enquanto as dúvidas sobre o investimento em inteligência artificial pressionam Wall Street. O petróleo recua dos máximos recentes e o euro recupera terreno face ao dólar.

Amanhã destacamos
Confiança do Consumidor

A semana termina com os dados da Universidade de Michigan sobre a confiança dos consumidores norte-americanos, assim como as suas expectativas para a inflação no curto e longo prazo.

Café da Manhã
Bolsas sob pressão

A subida do petróleo e das yields volta a pressionar as bolsas, com as actas da Fed a reforçarem os riscos de inflação. O agravamento das tensões no Médio Oriente mantém os mercados sob pressão.